vanilla-beaan:

My new favorite flower

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As vezes eu tenho vontade de sumir, simplesmente não existir. As coisas vão de mal a pior, não sei quanto tempo mais eu posso aguentar.

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Ninguém se importa se a dor é minha e vai silenciosa sob o rosto. Se eu sorrir posso enganar a todos, por que ninguém quer mesmo a verdade. Ninguém quer sentir saudade. Ninguém vai deixar algo. Nem eu. Nem minha dor. Ela vai quieta, por dentro de mim, navegando cansada pelo rosto. E somos só eu e ela descendo por uma lágrima que é minha, gritando um grito que não sai, olhando as paredes de concreto que não se movem nem pra me oprimir. E é a minha dor, o meu sorriso falso e o asfalto quente da cidade, que parece deserta. E numa hora dessas, qualquer multidão é deserto. E eu vou sorrindo, vou fingindo, vou dizendo e cantando e escrevendo e guardando, guardando tudo, até mesmo aquela dor que não devia ter doído tanto, que eu não devia ter sentido tanto, mas guardei. É que não sei mais viver sem o fingir. Mas vou partir, vou ruir, vou sumir, explodir. E aí não vai ter mais nada de mim. (nem os cacos daquele sorriso falso que um dia sorri).
— Falando em cacos. (via insanovazio)
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Nunca fuimos nada, pero siempre hubo algo
— (via kissyoumebaby)
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inalcancavel:

Smiling doesn’t mean being fine,
Crying doesn’t mean being sad.
Breathing doesn’t mean being alive.

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inalcancavel:

For a while I thought things could work for me.

abaixa e mama.
Aline, 19 anos, Brasília-DF, Brasil, corinthiana, solteira, bissexual, sexo, maconha, alcool, putaria, celular, internet.
Foda-se si não gosta do jeito que sou, não me importo com o que você pensa (: